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- Garota Diabólica

“E o amor?, você me pergunta. O amor, ah, sei lá. O amor nem dá pra definir direito. Acho que é um desejo de abraçar forte o outro, com tudo o que ele traz: passado, sonhos, projetos, manias, defeitos, cheiros, gostos. Amor é querer pensar no que vem depois, ficar sonhando com essa coisa que a gente chama de futuro, vida a dois. Acho que amor é não saber direito o que ele é, mas sentir tudo o que ele traz. É você pensar em desistir e desistir de ter pensado em desistir ao olhar pra cara da pessoa, ao sentir a paz que só aquela presença traz. É nos melhores e piores momentos da sua vida pensar preciso-contar-isso-pra-ele. É não querer mais ninguém pra dividir as contas e somar os sonhos. É querer proteger o outro de qualquer mal. É ter vontade de dormir abraçado e acordar junto. É sentir que vale a pena, porque o amor não é só festa, ele também é enterro. Precisamos enterrar nosso orgulho, prepotência, ciúme, egoísmo, nossas falhas, desajustes, nosso descompasso. O amor não é sempre entendimento, mas a busca dele. Acho que o amor não é o caminho mais fácil, pois mais fácil seria dizer a-gente-não-se-entende-a-gente-não-combina-tchau-tchau. O amor é uma tentativa eterna. E se você topar entrar nessa saiba que o amor encontrou você. Seja gentil, convide-o para entrar.”


“Quando eu era pequena, achava que distância mesmo era aquela situação chata de que os shampoo’s e condicionadores ficassem em um lugar alto demais para que eu pudesse alcançar enquanto tomava banho. Achava também que era aquela distância que me permitia balançar os pés enquanto estava sentada no vaso sanitário. Nas piores das situações, distância ruim mesmo era minha mãe trabalhar tão longe de casa. Mas aí eu cresci e descobri o verdadeiro significado dessa palavra e como ela pode ferir. Agora eu alcanço o condicionador e também firmo os pés no chão ao usar o vaso sanitário… Se eu quiser, eu corro, pego um táxi ou um ônibus e encontro minha mãe lá. Mas.. e você? E você que tá tão longe, há quilômetros de distância. Há horas longe de mim. Eu não posso pegar um táxi pra ir te ver, eu não posso correr até você. Não dá… Não dá para segurar na tua mão e nem olhar nos seus olhos. E o coração fica assim, espremidinho por conta dessa saudade de alguém que eu nunca vi. Como é que a gente gosta tanto de alguém que tá tão longe? Sei não. Só sei que essa tortura tem que acabar. Um dia, juro pra mim mesma, que um dia eu ainda olho pra trás e junto com as lembranças do shampoo, dos pezinhos, do vaso sanitário e da mamãe no trabalho, eu falo: “que bobagem”, sorrindo e segurando tua mão.” Gabriela Machado.

Quando eu era pequena, achava que distância mesmo era aquela situação chata de que os shampoo’s e condicionadores ficassem em um lugar alto demais para que eu pudesse alcançar enquanto tomava banho. Achava também que era aquela distância que me permitia balançar os pés enquanto estava sentada no vaso sanitário. Nas piores das situações, distância ruim mesmo era minha mãe trabalhar tão longe de casa. Mas aí eu cresci e descobri o verdadeiro significado dessa palavra e como ela pode ferir. Agora eu alcanço o condicionador e também firmo os pés no chão ao usar o vaso sanitário… Se eu quiser, eu corro, pego um táxi ou um ônibus e encontro minha mãe lá. Mas.. e você? E você que tá tão longe, há quilômetros de distância. Há horas longe de mim. Eu não posso pegar um táxi pra ir te ver, eu não posso correr até você. Não dá… Não dá para segurar na tua mão e nem olhar nos seus olhos. E o coração fica assim, espremidinho por conta dessa saudade de alguém que eu nunca vi. Como é que a gente gosta tanto de alguém que tá tão longe? Sei não. Só sei que essa tortura tem que acabar. Um dia, juro pra mim mesma, que um dia eu ainda olho pra trás e junto com as lembranças do shampoo, dos pezinhos, do vaso sanitário e da mamãe no trabalho, eu falo: “que bobagem”, sorrindo e segurando tua mão.Gabriela Machado.

“Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria.”

“Toda aquela falta de tudo me assustava, mas era teu jeito incompleto de ser. Nunca era o bastante, mas prendia a minha atenção. A tua falta equilibrava meu exagero. A tua calma matava a minha pressa. O teu sorriso fazia parecer que tudo estava certo. A falta de informações era superável, porém insuportável. Superável por serem faltas. Insuportável por serem suas.”

Meu tumblr não tem sempre 500 pessoas online, não tem 50 mil followers, nem 100 mil asks pra responder. Não tem os textos mais reblogados, e nem é conhecido. Mas eu sei que nunca precisei plagiar ninguem pra conquistar o que eu tenho.

(Fuente: toptumbles, vía feehguilherme)

“É que eu depositei todas as minhas esperanças em você. E agora, tudo o que eu tenho é uma coleção de decepções que não servem pra nada. Antes tivesse investido minhas esperanças em alguém que saberia valorizar o que sinto.”